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Acredito que o título do post é auto-explicativo, mas acho que vocês merecem mais do que apenas duas palavras.

O blog está abandonado faz tempo e por diversos motivos não tive (e não quis ter) a oportunidade de oficializar o fim dos trabalhos do Cinema, TV e Blablablá.

Saibam, que esse é só o último capítulo de uma temporada na vida de quem vos fala. Ainda esse ano, o season premiere de uma temporada muito melhor e cheia de novidades, uma temporada que vem pra durar muito tempo!

They’re back!

Mesmo atrasado não poderia deixar de comentar isso, então vamos fingir que eu não demorei duas semanas e partir para o que interessa… Ah! E tem spoilers!

Chegou o momento que muitos tvéfilos estão esperando! A última temporada de uma das maiores séries americanas finalmente estreou! É isso aí meu povo, LOST is back!!! Parecia que não ia chegar nunca, mas chegou. Finalmente muitas das nossas perguntas (não todas, acredito) serão respondidas, os mistérios serão revelados e muita gente vai enfartar. O season premiere mostrou muito bem o ritmo frenético que essa temporada vai ter, sinto que os tempos áureos da série estão de volta. Como apontou meu amigo Louis, esse par de episódios foi o melhor desde o piloto da série – que é praticamente imbatível. E pra não perder o costume, mais uma mudança na estrutura narrativa da série. Nós começamos com os flashbacks – mostrando a vida dos losties antes da ilha -, os flashforwards – revelavam a vida dos Oceanic Six, “sobreviventes” da ilha – e agora temos os flashsideways, que são uma realidade alternativa onde o avião nunca caiu na ilha. Pra mim, é coisa de gênio mesmo e pelo visto Carlton Cuse e Damon Lindelof saberão muito bem como encerrar essa história. “LA X” – episódio premiere da 6ª temporada, dividido em duas partes – foi um episódio muito especial para os verdadeiros fãs da série, aqueles que ficaram mesmo com os episódios sem noção, com as mortes dos personagens queridos e um tanto de outras coisas. Nele pudemos rever muitos dos personagens que tinham sumido, admito que quase enfartei quando vi a Claire e o Charlie, que faziam muita falta. E escorreu uma lágrima com a Juliet, assim como no season finale da última temporada. Bom, não vou entregar muito do enredo, até porque hoje tem episódio novo e eu pretendo comentar ainda essa semana aqui. E pra quem não costuma acompanhar com os EUA, saiba que hoje o AXN estréia a 6ª temporada de Lost com apenas uma semana de diferença, eu não perco de jeito nenhum!

Lost está no meu coração, mas não posso deixar de falar de mais um retorno do mundo das séries. Sim, Ela, a advogada mais temida da televisão americana, Patty Hewes está de volta!! Vamos combinar que com duas temporadas impecáveis – pelo menos para quem vos fala -, o começo da 3ª não poderia ficar por baixo. Eu assumo que eu só vi o primeiro ainda, mas já deu pra sentir o território. Eu gostei bastante também que a trama já foi imposta à nós e não “lentamente” introduzida como anteriormente. E, pessoalmente, essa parece ser a melhor trama agora. Eu adoro esses dramas familiares e isso já esteve presente em Damages em escala pífia, agora é o centro. Todo esse clima de intriga, corrupção, Patty X Ellen, flashforwards eletrizantes, fazem muito bem para o meu intelecto, me faz sentir inteligente. Damages é, sem dúvidas, uma das melhores séries da atualidade e à cada episódio entra para a história das grandes séries dramáticas. E outro aspecto que está me chamando bastante atenção nessa temporada é o elenco, Glenn Close arrebentando como sempre, Tate Donovan parecendo que vai ter mais destaque e Lily Tomlin, Campbell Scott e Martin Short parecem ser adições poderosas ao elenco. Rose Byrne ainda não mostrou a que veio, mas esse ano Ellen está mais complexa do que nunca.

Bem, por hoje é só.

See you guys!

Explicações

Serei breve. Gostaria de pedir desculpas a todos que acompanham o blog. Estive sem internet por mais de duas semanas e não pude comentar o Grammy, o SAG, os indicados ao Oscar e as estréias de Damages e Lost. Enfim, pretendo reparar esses erros agora e encher isso aqui de post!!

See y0u guys!

Essa é frase do dia. Hoje acontece a 16ª entrega do prêmio dos Sindicatos dos Atores nos EUA, o SAG (Screen Actors Guild, em inglês). A premiação pode ser recente em relação às outras que estão no meio, mas já é tida como termômetro do Oscar, tanto em termos de indicados como de vencedores. O SAG também tem a má fama de tentar dar o prêmio máximo àquele que deve ganhar o prêmio de Melhor Filme no Oscar e não ao melhor elenco, é por isso que tivemos uma das maiores injustiças dos últimos tempos com “Quem Quer Ser Um Milionário?” ganhando o prêmio de Melhor Elenco acima de “Dúvida”. Mas esse ano as coisas estão diferentes, pois dois dos filmes que mais tem chance no Oscar não estão indicados, “Avatar” e “Amor Sem Escalas”, o primeiro saiu vitorioso no Globo de Ouro e se tivesse sido indicado aqui e vencesse, se firmaria como o front-runner no Oscar. Os indicados ao prêmio de Melhor Elenco desse ano são: “Guerra Ao Terror”, “Nine”, “Bastardos Inglórios”, “Educação” e “Preciosa – Uma História de Esperança”. Qualquer um que sair vencedor vai direto para a briga com “Avatar” pelo título de Melhor Filme no Oscar. As opções mais prováveis são “Bastardos Inglórios” – que tem um elenco de arrepiar – e “Guerra Ao Terror” – que não tem um elenco marcante nem numeroso, mas confirmaria a tradição de tentar premiar o provável vencedor do Oscar. E nas categorias televisivas devemos presenciar um repeteco do Globo de Ouro, mesmo com indicados bem diferentes, os front-runners estão lá. Eis as minhas previsões:

.:: CINEMA ::.

Melhor Elenco
“Bastardos Inglórios”
Runner-up: “Guerra Ao Terror”

Melhor Ator
Jeffrey Bridges, “Coração Louco”
Runner-up: George Clooney, “Amor Sem Escalas”

Melhor Atriz
Sandra Bullock, “O Lado Cego”
Runner-up: Meryl Streep, “Julie & Julia”

Melhor Ator Coadjvuante
Christoph Waltz, “Bastardos Inglórios”
Runner-up: Woody Harrelson, “O Mensageiro”

Melhor Atriz Coadjuvante
Mo’nique, “Preciosa – Uma História de Esperança”
Runner-up: Penélope Cruz, “Nine”

.:: TV ::.

Melhor Elenco – Drama
“True Blood”
Runner-up: “Mad Men”

Melhor Ator – Drama
Michael C. Hall, “Dexter”
Runner-up: Jon Hamm, “Mad Men”

Melhor Atriz – Drama
Glenn Close, “Damages”
Runner-up: Julianna Marguilies, “The Good Wife”

Melhor Elenco – Comédia
“Glee”
Runner-up: “Modern Family”

Melhor Ator – Comédia
Larry David, “Curb Your Enthusiasm”
Runner-up: Tony Shaloub, “Monk”

Melhor Atriz – Comédia
Toni Collette, “United States Of Tara”
Runner-up: Tina Fey, “30 Rock”

Melhor Ator – Minissperie & Telefilme
Jeremy Irons, “Georgia O’Keefe”
Runner-up: Kevin Bacon, “Taking Chance”

Melhor Atriz – Minissérie & Telefilme
Drew Barrymore, “Grey Gardens”
Runner-up: Jessica Lange, “Grey Gardens”

Os Globos são vida!

E não é que o Globo de Ouro foi muito bom e justo? Adorei a premiação, senão fosse a edição e a distribuição de lugares problemáticas teria sido perfeito. A noite foi embalada pelas piadas de Ricky Gervais, sempre em forma e cutucando as feridas de todos. As piadas sobre Mel Gibson, Colin Farrel e Jay Leno foram hilárias. E os premiados? Justíssimos! Algumas de minhas torcidas não foram premiadas, mas o resultado geral foi muito positivo.

“Avatar” foi o grande vencedor da noite com as estatuetas de Melhor Filme Drama e Melhor Diretor para James Cameron, desbancando o grande rival da noite “Guerra Ao Terror”, que acabou de mãos vazias. Eu não poderia estar mais feliz, “Avatar” é tão grandioso que não pode ser ignorado. Jeff Bridges confirmou o favoritismo e faturou o globo de Ator Drama e Sandra Bullock faturou a estatueta de Atriz Drama, fiquei muito feliz com a vitória dela, está ótima em “O Lado Cego”. No seguimento cômico “Se Beber, Não Case” levou o prêmio principal e Robert Downey Jr. e Meryl Streep levaram os de atuação, ela num discurso muito emocionante falou de forma não tão explicita sobre o Haiti e como ela se sentia grata em poder ajudar essas pessoas necessitadas nesse momento, linda. “Amor Sem Escalas” voltou pra casa com apenas uma estatueta, a de Melhor Roteiro, confirmando o favoritismo na categoria.

Mo’nique foi a primeira vencedora da noite na categoria de Atriz Coadjuvante, e tocou o coração de todos com o melhor discurso da noite. “Bastardos Inglórios”, como disseram as más línguas, não agradou tanto os votantes e voltou pra casa apenas com o prêmio óbvio de Ator Coadjuvante para Christoph Waltz que deu um discurso inspirador.

Os grandes vencedores nas categorias televisivas foram “Dexter” e “Grey Gardens”, ambos com 2 prêmios. Michael C. Hall e John Lithgow faturaram em nome de “Dexter” os prêmios a que concorriam, muito merecidos, por sinal. A disputa acirrada entre as atrizes, tanto em drama quanto comédia, resultou na premiação de Julianna Margulies e Toni Collette. Alec Baldwin ganhou pela milésima vez o prêmio de Melhor Ator Comédia, mostrando que o seu favoritismo não acaba nunca. “Mad Men” mesmo tendo perdido as outras duas categorias que concorria foi escolhida mais uma vez como o Melhor Drama e por mais que canse a vitória repetida, é impossível reclamar porque a série é impecável.

“Glee” foi coroada a Melhor Comédia como previsto, a vitória foi a melhor da noite, digamos, todo o elenco subiu ao palco fazendo uma verdadeira festa. As surpresas da noite ficaram por conta de Chloë Sevigny que faturou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante – batendo Jane Lynch de Glee, a grande favorita – e Kevin Bacon que levou o globo de Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme. “Grey Gardens” faturou os prêmios esperados, os de Melhor Telefilme e o de Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme para a minha querida Drew Barrymore que está ótima no filme.

A vitória de “Avatar” só serviu pra demonstrar que essa temporada é uma das melhores que já acompanhei. Sábado saberemos quem enfrentará o filme de Cameron pelo tão cobiçado Oscar de Melhor Filme, lembrando que “Avatar” e “Amor Sem Escalas” não estão indicados. Então, acredito que a briga que era de 4 se reduzirá à dois. E eu torço pra que seja “Bastardos Inglórios”.

See you guys!

Let’s cheer!

No mundo das premiações nem tudo é sobre previsões. É claro que é muito divertido tentar adivinhar os indicados e vencedores dos principais circuitos que laureiam tanto cinema quanto televisão. E como eu curto os dois meios, premiações como Globo de Ouro são as minhas preferidas pois em apenas uma noite eu posso ver meus preferidos sendo recompensados por seus trabalhos. Então, neste post deixo pra lá o meu lado predictor e falo apenas como fã.

Como já falei bastante sobre as categorias de cinema, meu foco são as categorias de TV, comecemos então pelo seguimento de Drama. A briga na categoria principal é de grandes – “Big Love”, “House”, “Mad Men”, “True Blood” e “Dexter” – a única que não acompanho é “Big Love”, mas das outras só não teria indicado “House” e ficaria muito indeciso sobre qual seria sua substituta (“Damages” ou “Breaking Bad”). As outras três tiveram anos perfeitos, “Mad Men” entregou sua melhor temporada até o momento e deve faturar o prêmio mais uma vez. Entre os atores, Jon Hamm é o mais merecedor, nunca gostei muito dele, mas nessa temporada ele me conquistou e tem minha torcida. Entre as atrizes a briga é de feras – Glenn Close, Anna Paquin, January Jones, Julianna Margulies e Kyra Sedgwick -, todas brilhantes (não acompanho Sedgwick, mas sei de sua capacidade), minha torcida está com January Jones, que foi completamente ignorada pela 2ª temporada de “Mad Men” (menos pelo Globo de Ouro) e merece o devido reconhecimento, pois esteve manteve o nível de perfeição nessa temporada.

Nas categorias de comédia a briga é entre as novatas “Glee” e “Modern Family” e é difícil dizer por quem eu declaro torcida. “Glee” tem tudo pra ganhar, pois possui mais 3 indicações e “Modern Family” só possui essa. Irei aplaudir de qualquer jeito. Entre os atores Alec Baldwin é, mais uma vez, o favorito e não desmerecidamente, ele esteve perfeito na 3ª temporada de “30 Rock”, assim como no comecinho da 4ª. Por falar em “30 Rock” a série também está no páreo pelo prêmio principal, o problema é se os votantes ficarem com uma impressão ruim pelo começo da última temporada, que foi bem morno. Assim como no seguimento oposto, a briga entre as protagonistas é de gigantes. Toni Collette, Edie Falco, Lea Michele, Tina Fey e Courteney Cox disputam o globo. Lembrando que 4 delas estão na categoria pela primeira vez e eu poderia dizer que qualquer uma poderia ganhar, inclusive Tina. Toni entrega, disparadamente, o melhor desempenho, mas minha torcida é por Lea Michele, a moça esbanja carisma em Glee, além de ter um excelente timing cômico e arrasar nos números musicais. Já que o Globo de Ouro está adotando diversas mudanças esse ano, eles bem que podiam incluir um número musical de “Don’t Rain On My Parade” na telecast, com Lea cantando, é claro.

Não conferi muito dos filmes para TV e minisséries, então não opino muito. O único que conferi foi “Grey Gardens” que tem minha torcida até o fim, inclusive Drew Barrymore que disputa o prêmio com sua colega de trabalho Jessica Lange. Nas categorias coadjuvantes, que não são dividas em gênero (infelizmente), a briga é bem diversificada. Michael Emerson esteve muito bem em Lost, mas o prêmio seria mais como consolo (assim como o Emmy). Minha torcida está com John Lithgow e William Hurt, ambos perfeitos em “Dexter” e “Damages”. Entre as coadjuvantes só pude assistir dois trabalhos, Jane Lynch e Rose Byrne. As duas estão em gêneros diferentes e estão perfeitas em suas séries, mas esse ano é da Jane, não tem pra ninguém. Sue Sylvester é uma das vilãs mais engraçadas da história.

Pra finalizar, minhas torcidas nas categorias cinematográficas estão com “Avatar” e “Bastardos Inglórios”, entre os dramas, e “Se Beber, Não Case”, entre as comédias. Gostaria muito de ver os trabalhos de Carey Mulligan, Sandra Bullock, Quentin Tarantino, Christoph Waltz, Mo’nique e James Cameron recompensados. Bem, por hoje é só. Bom Globo de Ouro pra vocês!

See you guys!

Invictus

Achei o filme super emocionante, me encantei e me envolvi com a história. Como tenho apenas 16 anos, não conhecia nada sobre esses acontecimentos. É impressionante a inteligência de Nelson Mandela ao bolar todo esse esquema e é preciso muita inteligência para contar essa história, o que não faltou no roteiro de Anthony Peckham (baseado no livro de John Carlin), muito bem trabalhado. Achei toda a mistura de política e esporte muito interessante e o resultado bem gratificante.

Nesse filme, Clint demonstra que é um veterano, que sabe das manhas. O filme é muito preciso e bem desenvolvido e não acho que seja meticulosamente feito pra emocionar. Não achei nada chato, tem um ritmo bom e que obviamente vai ser lento para quem não se interessar pela história. A câmera lenta utilizada na sequência final do último jogo é apenas para dar mais emoção e tensão, isso não prejudica em nada o filme.

Morgan Freeman está brilhante, na medida, sem exageros. Mesmo não sendo necessários arroubos dramáticos ele entrega uma performance muito humana. Como o próprio ator disse, só ele poderia interpretar Nelson Mandela. Morgan consegue transmitir todo o carisma e a imponência de Mandela, ele nos emociona apenas com a sua aparição, assim como o verdadeiro.

A trilha, apesar de ser pouco trabalhada, é muito bem feita. As canções são muito bonitas, com letras que transmitem todo o sentimento de superação que fazem parte da mensagem do filme. Só faltou um pouco de coragem para utilizar em mais cenas.

O único aspecto negativo do filme é Matt Damon que não tem um pingo do carísma necessário para esse personagem. Mesmo que não se exija tanto emocionalmente – e sim, fisicamente -, ele tem que transbordar esperança e verdade, o que não acontece aqui. Sem falar no sotaque dele, que vai e volta constantemente.

* Fícha Técnica *

Título: Invictus
Título original: Invictus
Ano: 2009
País: EUA
Direção: Clint Eastwood
Roteiro: Anthony Peckham
Com: Morgan Freeman, Matt Damon, Adjoa Andoh, Julian Lewis Jones
Cotação: A-